quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Convergência das Culturas

Amigos, a nivel mundial se mudo o nome Centro das Culturas por Convergência das Culturas porque se vio que se adecuaba mas al trabajo que realizamos.

Mas por la transición usaremos los dos nombres até dezembro .


Convergência das Culturas

Antecedentes
Convergência das Culturas[1] é um organismo que faz parte do Movimento Humanista, que surgiu em 4 de maio de 1969, com uma exposição pública de seu fundador, Silo, conhecida como “A Cura do Sofrimento”, em uma paragem da Cordilheira dos Andes chamada Punta de Vacas, perto da fronteira entre Argentina e Chile.
O Movimento Humanista se apóia na corrente de pensamento conhecida como Novo Humanismo ou Humanismo Universalista, que se encontra exposta na obra de Silo e na de diversos autores que nela se inspiraram.
Esse pensamento, que implica também um sentimento e uma forma de viver, expressa-se em diversos campos do quefazer humano, dando origem a diversos organismos e frentes de ação. Todos eles se aplicam em seus campos específicos de atividade com um objetivo comum: humanizar a Terra, contribuindo, assim, para aumentar a liberdade e a felicidade dos seres humanos. Assim, têm em comum a metodologia da Não-violência Ativa e a proposta de mudança pessoal em função da transformação social.
Outros organismos também surgidos do Movimento Humanista são o Partido Humanista, a Comunidade para o Desenvolvimento Humano, o Mundo sem Guerras e sem Violência e o Centro Mundial de Estudos Humanistas.

O Humanismo Universalista
"O Humanismo Universalista, também chamado de Novo Humanismo, caracteriza-se por destacar a atitude humanista. Essa atitude não é uma filosofia, mas uma perspectiva, uma sensibilidade e um modo de viver a relação com outros seres humanos. O Humanismo Universalista afirma que, em todas as culturas, em seu melhor momento de criatividade, a atitude humanista impregna o ambiente social. Assim, repudia-se a discriminação, as guerras e, em geral, a violência. A liberdade de idéias e crenças ganha forte impulso, o que incentiva, por sua vez, a investigação e a criatividade na ciência, arte e outras expressões sociais. Em todo caso, o Humanismo Universalista propõe um dialogo não abstrato nem institucional entre as culturas, mas o acordo em torno a pontos básicos e a colaboração mútua entre os representantes das diversas culturas, com base em momentos humanistas simétricos.”
Na sociedade atual, a convivência entre culturas diferentes é um fato diário. Mas o extraordinário deste momento histórico é que se trata de um momento de mundialização, em que todas as culturas se aproximam e se influenciam mutuamente como nunca aconteceu antes.
É importante distinguir entre esse processo de mundialização crescente e a globalização. A propalada globalização nada mais é que o tradicional comportamento que impulsionaram os centros imperiais. Como aconteceu reiteradamente na história, esses impérios se instalam, desenvolvem-se e fazem com que outros povos girem a seu redor, impondo seu idioma, seus costumes, seu vestuário, sua alimentação e todos os seus códigos. Por fim, essas estruturas imperialistas acabam gerando violência e caos, resultado de seu ingênuo atropelo e da confrontação cultural.
Hoje, é necessário formar âmbitos onde se resgatem as idéias, crenças e atitudes humanistas de cada cultura que, para além de todas as diferenças, estão no coração dos diversos povos e indivíduos.

Objetivos
Em termos gerais, a Convergência das Culturas propõe-se a facilitar e estimular o diálogo entre as culturas, lutar contra a discriminação e a violência e levar sua proposta a todas as localidades.
Em especial:
a) Promover a relação entre as diferentes culturas.
Mediante a organização de encontros e âmbitos de intercâmbio entre pessoas de diversas culturas, não apenas com a intenção de que se conheça as culturas, suas inquietações e aspirações, mas também para que esse intercâmbio permita um verdadeiro diálogo orientado para a busca de pontos comuns presentes no coração dos diversos povos e indivíduos.
b) Denunciar e lutar contra toda forma de discriminação manifesta ou encoberta.
Através de diversos tipos de campanha que permitam o pleno exercício dos direitos humanos. Pela livre circulação de seres humanos no planeta e pela possibilidade de que cada um possa escolher o local e as condições em que quer viver. Para melhorar o presente e construir um futuro comum.
c) Divulgar suas idéias e atividades.
Fazendo contato com todas as culturas nos diversos países, com a intenção de divulgar e reunir pessoas e organizações em torno ao estudo e atividades da Convergência das Culturas.

[1] Anteriormente (1995-2009) conhecida como Centro das Culturas, criada pelo Movimento Humanista em 1995.

Os interesados podem cadastrarse neste link:

http://cdcbr.wufoo.com/forms/formulario/

sábado, 8 de agosto de 2009

Videos da MM

Atividades do 6 de agosto no MUNDO
























































Desarmamento Nuclear, um Direito Humano

Ato marca 64 anos da bomba de Hiroshima




Aqui yo con dos sobrevivientes de Hiroshima que dieron un testimonio conmovedor que sin duda nos hizo reflexionar a todos los presentes sobre los estragos que ocasionan las guerras y las armas nucleares.



Con amigos de Cómites impulsores de la Marcha Mundial








Soninha Francine, atual Subprefeita da Lapa




Flavia Estevan, Porta-voz da Marcha Mundial de São Paulo



Samuel e Denisse,



Erika Noemi






Sobrevivientes de Hiroshima







Painel central que trato da questão do desarmamento foi integrado por Alexandre Motonaga, Diretor do Instituto Cultural Hiroshima de São Paulo, Hamilton Octavio de Souza, Editor da Revista Caros Amigos e professor de jornalismo da PUC- SP, Rodrigo More, professor e advogado atuante nas áreas de direito internacional e marítima e autor do livro “Direito Internacional do Desarmamento: o Estado, a ONU e a Paz” e Flavia Estevan, Porta-voz da Marcha Mundial de São Paulo





Rodrigo More, professor e advogado atuante nas áreas de direito internacional e marítima e autor do livro “Direito Internacional do Desarmamento: o Estado, a ONU e a Paz”




























sábado, 1 de agosto de 2009

El dia 28 de julio se festejaron las Fiestas Patrias de Perú, asi que les dejo unos videos sobre este hermoso país hermano. Felicidades a toda la comunidad Peruana en Brasil.



El primer video es el himno



Estoy enamorada de mi País



Y se llama Perú

Me sabe a Perú

Spots da Marcha Mundial

El 29 de Julio se realizo en Madrid la rueda de prensa de la campaña de Publicidad diseñada como aportación a la Marcha Mundial de la Agencia JWT Delvico. una de las cuatro agencias de medios más importantes a nivel internacional.

Este primer spot muestra a los aviones de caza como "taxis" en un mundo sin guerras





Este segundo spot muestra a un porta-aviones haciendo de "crucero" en un mundo sin guerras

Pueden imaginarlo??

apoyemos a Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência.....

sábado, 18 de julho de 2009

DECLARACIONES DE CHICO BUARQUE CUANDO ERA MINISTRO DE EDUCACIÓN DE BRASIL



Les dejo una nota publicada y difundida por diversos medios sobre la internacionalización de la Amazonia y la respuesta que dio Chico Buarque cuando era Ministro de Educación (Brasil) cuando le preguntaron su opinión sobre el tema( simplemente fue impecable!!!)





Durante un debate en una universidad de Estados Unidos, le preguntaron al ex gobernador del Distrito Federal y actual Ministro de Educación de Brasil, CRISTOVÃO 'CHICO' BUARQUE, qué pensaba sobre la internacionalización de la Amazonia. Un estadounidense en las Naciones Unidas introdujo su pregunta, diciendo que esperaba la respuesta de un humanista y no de un brasileño.
Ésta fue la respuesta del Sr. Cristóvão Buarque: 'Realmente, como brasileño, sólo hablaría en contra de la internacionalización de la Amazonia. Por más que nuestros gobiernos no cuiden debidamente ese patrimonio, él es nuestro.Como humanista, sintiendo el riesgo de la degradación ambiental que sufre la Amazonia, puedo imaginar su internacionalización, como también de todo lo demás, que es de suma importancia para la humanidad.Si la Amazonia, desde una ética humanista, debe ser internacionalizada, internacionalicemos también las reservas de petróleo del mundo entero.
El petróleo es tan importante para el bienestar de la humanidad como la Amazonia para nuestro futuro. A pesar de eso, los dueños de las reservas creen tener el derecho de aumentar o disminuir la extracción de petróleo y subir o no su precio. De la misma forma, el capital financiero de los países ricos debería ser internacionalizado. Si la Amazonia es una reserva para todos los seres humanos, no se debería quemar solamente por la voluntad de un dueño o de un país. Quemar la Amazonia es tan grave como el desempleo provocado por las decisiones arbitrarias de los especuladores globales.
No podemos permitir que las reservas financieras sirvan para quemar países enteros en la voluptuosidad de la especulación. También, antes que la Amazonia, me gustaría ver la internacionalización de los grandes museos del mundo. El Louvre no debe pertenecer solo a Francia.Cada museo del mundo es el guardián de las piezas más bellas producidas por el genio humano. No se puede dejar que ese patrimonio cultural, como es el patrimonio natural amazónico, sea manipulado y destruido por el sólo placer de un propietario o de un país.No hace mucho tiempo, un millonario japonés decidió enterrar, junto con él, un cuadro de un gran maestro.
Por el contrario, ese cuadro tendría que haber sido internacionalizado.Durante este encuentro, las Naciones Unidas están realizando el Foro Del Milenio, pero algunos presidentes de países tuvieron dificultades para participar, debido a situaciones desagradables surgidas en la frontera de los EE.UU. Por eso, creo que Nueva York, como sede de las Naciones Unidas, debe ser internacionalizada. Porlo menos Manhatan debería pertenecer a toda la humanidad. De la misma forma que París, Venecia, Roma, Londres, Río de Janeiro, Brasilia... cada ciudad, con su belleza específica, su historia delmundo, debería pertenecer al mundo entero.Si EEUU quiere internacionalizar la Amazonia, para no correr el riesgo de dejarla en manos de los brasileños, internacionalicemos todos los arsenales nucleares.
Basta pensar que ellos ya demostraron que son capaces de usar esas armas, provocando una destrucción miles de veces mayor que las lamentables quemas realizadas en los bosques de Brasil. En sus discursos, los actuales candidatos a la presidencia de los Estados Unidos han defendido la idea de internacionalizar las reservas forestales del mundo a cambio de la deuda. Comencemos usando esa deuda para garantizar que cada niño del mundo tenga la posibilidad de comer y de ir a la escuela.Internacionalicemos a los niños, tratándolos a todos ellos sin importar el país donde nacieron, como patrimonio que merecen los cuidados del mundo entero. Mucho más de lo que se merece la Amazonia.
Cuando los dirigentes traten a los niños pobres del mundo como Patrimonio de la Humanidad, no permitirán que trabajen cuandodeberían estudiar; que mueran cuando deberían vivir. Como humanista, acepto defender la internacionalización del mundo; pero, mientras el mundo me trate como brasileño, lucharé para que la Amazonia, sea nuestra. ¡Solamente nuestra!',


OBSERVACIÓN: Este artículo fue publicado en el NEW YORK TIMES, WASHINGTON POST, USA TODAY y en los mayores diarios de EUROPA y JAPÓN.